sábado, 24 de novembro de 2012

Capítulo 01




Capítulo 1


Fanfic Perdida em Amor Doce - Capítulo 1 - Capítulo 1

- ANNE,ACORDA!! - Esse ai é minha mãe me acordando,minha vida é um tédio total,vivo de castigo,tiro notas baixas,mais ainda bem que tenho me jogo favorito "Amor Doce" sou completamente viciada nesse jogo,meu personages favoritos são : Armin,Nathaniel,Ken,e Lysandre;Nada contra o Castiel mais eu acho ele meio grosso as vezes.Meu nome é Anabelle Fugger ,tenho 17 anos,tenho olhos pretos e cabelos da mesma cor,mais vivo usando lentes de contato rosa,e sou bastante viciada em animes.Me levanto fasso minha higiene matinal,coloco uma meia preta até os joelhos,um allstar cano longo,uma saia vermelha xadres com detalhes pretos,camisa azul escura e minha jaqueta preta.Desci as escadas e fui para a escola,entrei e o prefessor já começou a me encher o saco.
- Parce que nossa atrazadinha finalmente chegou! - Disse ele e toda sala riu. - Vá logo se sentar senhorita Fugger. - Me sentei ao lado de Layla minha amiga desde os 6 anos que também assim com eu adora Amor Doce. - Espero que todos tenhão trazidos seus bilhetes para podermos ir ao museu hoje,vamos aprender mais sobgre mitologia grega.
Peguei meu papel e entreguei para o professor poucos minutos depois fomos para o ônibos,fiquei um bom tempo da viagem conversando com Layla e Rachel,Layla tinha cabelos castanhos claros e olhos pretos, já Rachel tinha olhos azuis e cabelos loiros. Chegamos ao museu quase ninguém prestava atenção na explicação do guia,voltamos para o ônibos depois que acabou,depois do meu dia entediante na escola fui pra casa,andava distraída ecutando musica no meu celular , que de repente surge um carro do nada e me atropela,acabo apagando.
Não sei o que aconteceu,mais estava sentindo muita dor nas costas,abri os olhos devagar , não reconhecia quele quarto,era azul com alguns detalhes pretos,tenho que admitir era bem bonito , ouço um barulho que vinha lá de baixo,e sinto o chero de panquecas sendo feitas , desso devagar e vejo uma mulher que aparentemente tinha mais de 37 anos,e me vê e abre um sorriso.
- Já está acordada? Me desculpe, não ouvi você entrar aqui, como foi sua noite?Está com fome?Meu nome é Melissa. - Me pergunta ela sorrindo,eu nem conheço ela.
Seus olhos eram azuis e muito bonitos,cabelos castanhos meio ondulados nas pontas e longos,pele clara e magra,parecia com a Melody de Amor Doce.
– Foi boa eu acho... - Eu estava perplexa, comecei a vasculhar meus pensamentos tentando desesperadamente me lembrar do que poderia estar acontecendo comigo para me fazer delirar a ponto de ver as coisas tão nítidas daquela maneira.
– Que bom. - Ela ficou nervosa de repente e se voltou para o fogão tirando as panquecas.
Tá legal, pensei comigo mesma, eu estou na cozinha de uma tal de Melissa - que por alguma brincadeira bastante sem graça de meu cérebro se parece enormemente com a pessoa que eu sempre imaginei como mãe de Melody - o que eu fiz nas últimas horas que pode estar me causando essa cena bizarra?
Melissa colocou o prato em cima da mesa e voltou a olhar para mim com o sorriso um pouco tímido.
– Seu café está pronto - disse apontando para a refeição à nossa frente.
Eu olhei para o prato lotado de coisas gordurosas e meu estômago embrulhou um pouco, eu não costumava comer de manhã, mas resolvi me sentar, pelo menos para evitar que desmaiasse de terror a qualquer momento.
– Bem como deve imaginar, isto não é tudo... - Ela parou por um instante e ficou olhando para a toalha de mesa - que era azul com rosas vermelhas bordados; tudo aqui tinha uma aparência bem clara e alegre - e continuou sem voltar a olhar para mim. - Ele não sabe quanto tempo poderá levar para conseguir o contrato e eu não suporto ficar longe dele, então decidi acompanhá-lo enquanto precisar ficar fora.
Ela se calou por um minuto e eu a olhei séria. Será que era alguma espécie de pegadinha? Alguém descobrira a minha paixão por Amor Doce e resolvera me colocar em alguma espécie de ‘Amoris Reality Show’?
Olhei para o prato à minha frente e resolvi comer um pedacinho da panqueca enquanto pensava. Estava bom. Eu ainda preferia que fossem torradas ou algo do tipo, mas era melhor do que ficar de barriga vazia naquela situação.
– Você entende então querida - continuou ela, já que eu não havia respondido nada - que ele tem de ir para lá o mais rápido possível?
Desta vez eu pude ver que ela me encarava com uma expressão um pouco sem graça e que esperava alguma resposta minha.
– Claro... - Foi só o que consegui dizer.
Até descobrir que espécie de brincadeira era aquela eu não pretendia falar nada que pudesse me comprometer.
Melissa sorriu.
– Bem como deve imaginar, isto não é tudo... - Ela parou por um instante e ficou olhando para a toalha de mesa,que era laranja com girassóis bordados; tudo aqui tinha uma aparência bem clara e alegre como o sol - e continuou sem voltar a olhar para mim. - Ele não sabe quanto tempo poderá levar para conseguir o contrato e eu não suporto ficar longe dele, então decidi acompanhá-lo enquanto precisar ficar fora.
Aquilo já estava indo longe demais para um pesadelo, uma brincadeira de mau gosto ou qualquer coisa do gênero, eu tinha que acabar logo com aquela bobeira toda.
– Está bem Melissa. - Disse seu nome de forma sarcástica porque não acreditava mesmo que aquela mulher pudesse ser quem aparentava. - Qual é o joguinho hein? O que eu tenho de fazer, dizer que não concordo com sua decisão e começar a berrar revoltadamente? Isto daria mais audiência para este programa ou seja lá o que for isso?
Ela me encarava atordoada.
– Programa? Como assim? Não querida, não quero que se revolte, acredite em mim eu mesma não queria ter de fazer isto, mas é pelo Harry então que escolha tenho? Ainda mais que Melody foi embora.
– Está bem. Você não vai mesmo dizer do que se trata isto? Pois bem então eu descobrirei sozinha! - Respondi enquanto me levantava e corria em direção ao quarto onde acordara há alguns minutos.
Tranquei a porta ao passar e me sentei na cama nervosa. Respirei fundo algumas vezes e coloquei a mão no bolso à procura de meu celular, assim que o encontrei disquei o número das únicas pessoas que eu queria ver no momento: meus pais.
Ouvi chamar duas vezes e então a linha ficou muda.
Puxei o celular para olhar o que havia acontecido e notei que na tela podia ler-se as palavras ‘fora de área’.
– Ótimo - falei derrotada.
A minha única esperança de falar com alguém acabara de falhar.Deitei na cama e fiquei olhando para o teto claro tentando assimilar tudo pelo que passara nos últimos momentos.
Decidi começar pelo começo, fazendo uma retrospectiva de meus próprios pensamentos à procura de qualquer explicação plausível.
Eu me lembrava de ter ido aquele museu, me lembrava de ter conversado com Layla e Rachel, me lembrava de ter andado em direção a minha casa e logo depois...
A claridade que entrava pela janela me impediu de continuar de olhos abertos então peguei o travesseiro e o coloquei em cima de meu rosto na tentativa de pensar melhor.
Aos poucos eu ia me recordando.
Eu estava escutando música distraída quando decidira atravessar a rua...
– Oh meu Deus! - Arfei, lançando o travesseiro longe enquanto me sentava rapidamente, chocada com a última lembrança que tivera.
Eu fora atropelada por um carro que viera em alta velocidade em minha direção e depois disso a única coisa de que lembrava era de acordar neste quarto, mas como poderia ser?
– Será que eu... Morri? - Indaguei perplexa, mas algo me disse que não era aquilo que havia acontecido. - Eu posso estar em coma por causa do acidente e em consequência estou sonhando com aquilo que mais esteve em minha mente nos últimos meses. – Aquela explicação era mais lógica, mas mesmo assim não era a mais consoladora.
Ouvi uma batida tímida na porta e a encarei calada.
– Querida me desculpe se lhe deixei nervosa com a notícia, Harry me disse para lhe contar antes, mas eu não tive coragem. Será que posso entrar para falar com você?
Pensei bem, pelo pouco que ouvira falar sobre pacientes que voltavam do coma a maioria dizia que havia tido um incentivo de dentro ou fora, ou seja, sonhavam ou sentiam algo que lhes fazia acordar inesperadamente; eu até agora não havia sentido nada de anormal, mas vira bastante coisa assustadora em minha mente então tinha de ir atrás de algo forte o bastante para me despertar daquele sonho incomum.
Me levantei e abri a porta para Melissa dando-lhe a chance que queria de falar comigo.
– Me desculpe por não ter avisado antes, mas prometo que tentarei voltar a tempo de você poder falar com Melody novamente.
Que maravilha, pensei desanimada, então havia mais personagens naquela história sem sentido. Resolvi arrancar o que quisesse saber de Melissa, esperando que ela colaborasse com minhas dúvidas.
– Por falar em Bella eu não a vi ainda... - Joguei verde.
Melissa me olhou confusa por um minuto, mas depois sorriu.
– Você deve estar com sono, por isso está tão diferente esta manhã. Melody está em sua casa não se lembra? Vocês duas trocaram de lugar por um tempo porque ambas estavam entediadas com a vida que levavam. Eu mesma achei uma bobeira, mas confio em Mell e se é o que ela quer eu não tenho porque interferir.
Molody estava em minha casa? Nossa, minha imaginação era mesmo fértil para criar uma coisa daquelas!
– Sim claro. É que estou com um pouco de sono por que não dormi muito bem - tentei disfarçar minha surpresa. - Já que cheguei aqui... - Quando eu havia chegado ali mesmo?
– Ontem à noite querida. Logo após lhe recebermos aqui o Harry recebeu a ligação, por isso preferi lhe contar tudo hoje, você vai ficar um tempo com o pai de Melody, e vai estudar em Swett Amoris.-Ela disse sorrindo. Espera ai, eu iria para Sweet Amoris?
– Vocês vão me mandar ficar com ele?
– Sim. Melody já deve ter lhe falado sobre seu pai, acho que você pode até gostar de lá... - Melissa mordeu o lábio mostrando o quanto ela mesma duvidava daquilo. - Eu fiz suas malas ontem, guardei as coisas de Melody para você já que até isso vocês trocaram. Às vezes não entendo vocês adolescentes... - Completou ela para si mesma enquanto ia para um canto do quarto e pegava uma mala e uma mochila que eu não reparara ali antes.
Caramba, que sonho estranho... Era tão vívido, mas ao mesmo tempo impossível! Eu não me lembrava de ter chegado ali, apenas de ter acordado do nada. Mesmo assim eu nunca tivera pensamentos tão reais como pareciam ser aqueles: o cheiro, o toque, a visão, tudo parecia ser de verdade, mas no entanto não fazia sentido algum.
Num impulso impensado dei um beliscão forte em mim mesma e logo me arrependi porque doeu - e muito.
– Ainda há espaço na mochila caso você queira guardar mais alguma coisa. Vou ver se Harry precisa de ajuda. - Melissa sorriu novamente e saiu do quarto.
Minha cabeça rodava, agora a história do coma não parecia mais tão convincente nem mesmo para mim, mas então qual era a explicação? Eu fora magicamente transportada para dentro de meus pensamentos? Não, nada daquilo parecia ser apenas pensamentos...
Juntei as peças: eu já havia conhecido Melissa e Harry, eles iam para a Flórida em busca de um contrato de trabalho para ele e estavam me mandando para Amoris City para morar com o pai de Melody... Então aquilo queria dizer que... MEU DEUS DO CÉU, eu estava dentro de Amor Doce?

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