.jpg)
Corri na mesma hora até o pátio,não acredito que a quele maluco realmente pulou,onde é que tá aquele Nathaniel representante de turma certinho,gentil,e que tá sempre com um sorriso estampado no rosto,as coisas estão tomando um rumo tão estranho,não está igual ao jogo como deveria ser.Quando cheguei lá em baixo emcontrei Nathaniel preto de uma fonte que ficava no pátio,ele estava sentado todo molhado e com a foto na mão,a roupa estava toda molhado,suja e um pouco rasgada,as blusas desabotoadas,que faziam seu abdomen bem definido aparecer,oh céus como ele estava sexy.Cheguei perto dele e lhe estendi a mão para levantar.
– Você tá bem? - Perguntei preucupada, emquanto isso se formava uma roda de alunos todos curiosos para saber o que estava acontecendo,bando de inchiridos,não tem nada melhor pra fazer.
– Recuperei a foto. - Ele disse apenas isso e levantou,chegou perto de mim e sussurou no meu ouvido. - Vou querer uma recompenssa por isso Anne. - E foi embora.Varias pessoas cochichavam a respeito,ninguém sabia o que tinha acontecido. Alexy chega perto de mim e bagunça o meu cabelo.
– Você tá bem? - Perguntei preucupada, emquanto isso se formava uma roda de alunos todos curiosos para saber o que estava acontecendo,bando de inchiridos,não tem nada melhor pra fazer.
– Recuperei a foto. - Ele disse apenas isso e levantou,chegou perto de mim e sussurou no meu ouvido. - Vou querer uma recompenssa por isso Anne. - E foi embora.Varias pessoas cochichavam a respeito,ninguém sabia o que tinha acontecido. Alexy chega perto de mim e bagunça o meu cabelo.
– Oi pequena!
– Oi..Alexy. - Disse ainda olhando Nathaniel saindo.
– Tá,tudo bem? - Perguntou preucupado.
– Tá sim,só tô cansada,até mais Alexy!
– Thau pequena Anne. - Disse isso e resolvi sair logo dali,estava andando pelo corredor distraída e acabo esbarrando em alguém tão forte e acabo caindo no chão,quando vejo era um ser com pele branca,cabelos da mesma cor,com mechas pretas nas pontas,olhos bicolores,e roupas vitorianas.Ele me estende a mão.
– Desculpa senhorita,você está bem? - Perguntou ele,nossa ele era bem mais fofo pessoalmente.
– Tô sim,eu que pesso desculpas,tava distraída.
– Tudo bem,o que aconteceu para o Nathaniel estar todo molhado no pátio?
– È uma longa história...
– Uma história que eu quero ouvir qualquer dia desses.Você conhece um parque aqui perto da escola?
– Não,me mudei pra cá faz uns três dias eu acho.
– Hum...Então,quer sair comigo no sábado?
– Claro,quero sim.
– Òtimo,então pego você na sua casa,as 15:30?
– Tudo bem.
– Tenho que ir agora,até mais Anne!
– Thau. - Disse isso e ele saiu,nossa vou ter um encontro com o Lysandre,acho que todas as fãs deles morreriam de inveja,ai que incrível,nem acredito que isso realmente tá acontecendo.Após horas na escola cheguei à casa de Wen algum tempo depois e guardei as compras no armário da cozinha(que eu comprei,esquici de mencionar que tinha fazido algumas comprinhas né?). Subi as escadas disposta a lavar minhas mãos no banheiro e descer para começar a preparar o jantar quando ouvi um ruído conhecido. Nem mesmo hesitei, fui correndo para meu quarto, escancarando a porta do guarda-roupa à procura do que queria.
E lá estava meu celular anunciando que eu recebera uma nova mensagem.Li a mensagem em segundos.
‘Anne, eu sei que você não respondeu minha última mensagem, mas não lhe culpo. Meu celular só funciona quando quer, imagino então que o seu esteja da mesma maneira... De qualquer forma, preciso que me responda assim que vir esta mensagem. Eu estou com tantas saudades de minha mãe e de meu pai, se você está em meu lugar assim como estou no seu deve estar com ela. Mas não lhe diga que estou falando com você, tenho certeza de que ela não entenderia tudo o que aconteceu, apenas me prometa que ficará de olho nela por mim está bem? Mell’.
Melody era mais observadora do que eu imaginava. A história do celular parecia bem lógica, ambos os nossos aparelhos tinham vontade própria e não deveria ser por acaso...
Resolvi responder-lhe antes que o meu falhasse de novo.
Resolvi responder-lhe antes que o meu falhasse de novo.
‘Mell, você conjecturou certo, meu celular também não funciona nada bem aqui, é algo que temos em comum. Agora tenho que lhe dizer a verdade. Eu conheci sua mãe, mas agora estou morando com Wen em Amoris City. Ela me mandou para cá porque precisava viajar a negócios com Harry. Ela é uma ótima pessoa e acredito que esteja bem; eu também sinto saudades de minha mãe, assim como de todos por aí, mas acho que teremos que aguentar até conseguirmos voltar à nossas respectivas vidas. Espero que você esteja se saindo bem - melhor do que eu ela deveria estar, duvidava muito que temesse ser assassinada naquela cidade sem graça -, se cuide. Anne’.
Mandei a mensagem e apenas um segundo depois o celular voltou a sair de funcionamento. Estava acostumada demais com aquilo para me estressar, pelo menos já havia respondido a mensagem de Mell, não queria fazê-la pensar que eu não me importava com o que ela me dizia. Eu queria que ela estivesse ali comigo, poderia usar ela como escudo de possíveis ataques vampíricos...
Desci para preparar o jantar e acabei ficando bastante ocupada com a macarronada que fazia. Decidi usar proteína de soja no molho, mas não contaria aquilo a Wen; duvidava muito que ele descobrisse que não se tratava de carne de verdade.
Eu já havia desligado o fogão há alguns minutos quando o barulho da viatura chegou até mim. Eu estava sentada na mesa da cozinha olhando despreocupadamente pela vidraça quando ele entrou em casa.
– A comida está com um cheiro muito bom - comentou ele ainda da entrada junto com Carol.
– Obrigada - respondi rindo internamente ao perceber que talvez meu plano de fazer Wen se alimentar melhor desse realmente certo.
Eu não sabia exatamente se Wen iria querer começar a conversar agora, mas esperava que não. Não estava com fome, havia feito o jantar somente para ele então decidi subir mais cedo para meu quarto.
– Charlie, não estou muito bem hoje, se importa se eu subir agora?
– É alguma coisa grave? Quer que eu a leve no hospital? - Ele parecia meio apavorado. Imaginei que se devesse ao fato de que estava cuidando de uma filha que não era sua e qualquer coisa que pudesse acontecer estaria sobre sua responsabilidade.
– Não, não é nada disso, apenas estou sem fome, obrigada por se preocupar. - Não esperei para saber se ele acreditara ou não em minhas palavras e fui em direção à escada.
– Tudo bem, boa-noite. - respondeu ele às minhas costas.
– Boa noite querida,durma bem! - Disse Carol,ela era sempre muito carinhosa e fofa comigo,de um jeito que minha mãe nunca foi.
– Boa noite.
Quando cheguei ao quarto e olhei à minha volta me senti uma tola. Eu estava me preocupando por nada, eu sabia que costumava fazer tempestades por coisas insignificantes e agora que eu admirava cada parte daquele cômodo eu via o que perdia com meus sentimentos exagerados.
– Como fui boba hoje - disse para mim mesma.
Eu ainda estava inexplicavelmente dentro do jogo que amava, não deveria me sentir tão alheia aos fatos.
Agora que me permitira pensar nele: Nathaniel eu não conseguia me concentrar em nada mais.
Fiquei bastantes assustada,aquele garoto que me matar do coração?E o que ele dissera hoje mexeu muito comigo,Nathaniel me amava?Como?Ele nem me conhecia direito,e ainda por cima,Melody era apaixonada por ele,ela disse isso no episódio 12,onde eu descubro que violett é afim de Alexy mais ele é gay. Meu corpo me impedira de aproveitar o momento, mas agora que estava perfeitamente calma podia libertar a pequena parcela de mim que se encantara novamente com suas feições perfeitas,sério,quase não segurei e ataquei aquele garoto,como ele pode ficar tão sexy da quele jeito na minha frente?Só pode querer minha perdição mesmo.
Ele era enormemente desconcertante de se observar, ‘tudo nele era atrativo’.
– Ah, deixa disso, Anne! - me alertei à meia-voz.
Era perfeitamente aceitável que eu estivesse atraída por ele, seria incomum se aquilo não tivesse acontecido, mas mesmo assim não era algo que eu recomendaria para qualquer pessoa. Melody o amava,e eu dou apenas uma intrusa nessa história nem deveria estar aqui.
Me deitei na cama por cima do edredom que usava para dormir e minha mente foi invadida por todas as doces lembranças que tinha dos momentos em que ficava sozinha no meu quarto jogando aquela história sem nunca me cansar.
Eu entendia agora porque meus pais e amigos sempre estranhavam minha paixão por Amor Doce, eles nunca a entenderiam porque nunca haviam jogado de verdade essa história viciante e envolvente; eu sentia como se tudo o que estivesse escrito ali fosse possível e aplicava aquilo à minha própria realidade. Então o mundo real me desapontava por não ser tão maravilhoso como eu queria e eu voltava a me refugiar naquele conhecido jogo.
– É - falei desanimada - acho melhor parar de procurar pelo meu príncipe no cavalo branco... - e me virei para olhar a noite clara que adentrava minha janela.
Desci para preparar o jantar e acabei ficando bastante ocupada com a macarronada que fazia. Decidi usar proteína de soja no molho, mas não contaria aquilo a Wen; duvidava muito que ele descobrisse que não se tratava de carne de verdade.
Eu já havia desligado o fogão há alguns minutos quando o barulho da viatura chegou até mim. Eu estava sentada na mesa da cozinha olhando despreocupadamente pela vidraça quando ele entrou em casa.
– A comida está com um cheiro muito bom - comentou ele ainda da entrada junto com Carol.
– Obrigada - respondi rindo internamente ao perceber que talvez meu plano de fazer Wen se alimentar melhor desse realmente certo.
Eu não sabia exatamente se Wen iria querer começar a conversar agora, mas esperava que não. Não estava com fome, havia feito o jantar somente para ele então decidi subir mais cedo para meu quarto.
– Charlie, não estou muito bem hoje, se importa se eu subir agora?
– É alguma coisa grave? Quer que eu a leve no hospital? - Ele parecia meio apavorado. Imaginei que se devesse ao fato de que estava cuidando de uma filha que não era sua e qualquer coisa que pudesse acontecer estaria sobre sua responsabilidade.
– Não, não é nada disso, apenas estou sem fome, obrigada por se preocupar. - Não esperei para saber se ele acreditara ou não em minhas palavras e fui em direção à escada.
– Tudo bem, boa-noite. - respondeu ele às minhas costas.
– Boa noite querida,durma bem! - Disse Carol,ela era sempre muito carinhosa e fofa comigo,de um jeito que minha mãe nunca foi.
– Boa noite.
Quando cheguei ao quarto e olhei à minha volta me senti uma tola. Eu estava me preocupando por nada, eu sabia que costumava fazer tempestades por coisas insignificantes e agora que eu admirava cada parte daquele cômodo eu via o que perdia com meus sentimentos exagerados.
– Como fui boba hoje - disse para mim mesma.
Eu ainda estava inexplicavelmente dentro do jogo que amava, não deveria me sentir tão alheia aos fatos.
Agora que me permitira pensar nele: Nathaniel eu não conseguia me concentrar em nada mais.
Fiquei bastantes assustada,aquele garoto que me matar do coração?E o que ele dissera hoje mexeu muito comigo,Nathaniel me amava?Como?Ele nem me conhecia direito,e ainda por cima,Melody era apaixonada por ele,ela disse isso no episódio 12,onde eu descubro que violett é afim de Alexy mais ele é gay. Meu corpo me impedira de aproveitar o momento, mas agora que estava perfeitamente calma podia libertar a pequena parcela de mim que se encantara novamente com suas feições perfeitas,sério,quase não segurei e ataquei aquele garoto,como ele pode ficar tão sexy da quele jeito na minha frente?Só pode querer minha perdição mesmo.
Ele era enormemente desconcertante de se observar, ‘tudo nele era atrativo’.
– Ah, deixa disso, Anne! - me alertei à meia-voz.
Era perfeitamente aceitável que eu estivesse atraída por ele, seria incomum se aquilo não tivesse acontecido, mas mesmo assim não era algo que eu recomendaria para qualquer pessoa. Melody o amava,e eu dou apenas uma intrusa nessa história nem deveria estar aqui.
Me deitei na cama por cima do edredom que usava para dormir e minha mente foi invadida por todas as doces lembranças que tinha dos momentos em que ficava sozinha no meu quarto jogando aquela história sem nunca me cansar.
Eu entendia agora porque meus pais e amigos sempre estranhavam minha paixão por Amor Doce, eles nunca a entenderiam porque nunca haviam jogado de verdade essa história viciante e envolvente; eu sentia como se tudo o que estivesse escrito ali fosse possível e aplicava aquilo à minha própria realidade. Então o mundo real me desapontava por não ser tão maravilhoso como eu queria e eu voltava a me refugiar naquele conhecido jogo.
– É - falei desanimada - acho melhor parar de procurar pelo meu príncipe no cavalo branco... - e me virei para olhar a noite clara que adentrava minha janela.
Nenhum comentário:
Postar um comentário